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01 abr 2021

Abelhas ganham hotéis no campo para preservação do meio ambiente

Para levar inovação tecnológica à agricultura e medidas de preservação do meio ambiente, a Perfect Flight apoia a Bayer em um programa de agricultura sustentável que fomenta o uso de hotéis de abelhas nas fazendas dos clientes. O objetivo é assegurar a manutenção e biodiversidade desses insetos no meio rural e urbano.

Segundo Leonardo Luvezutti, gestor de operações da startup, os hotéis de abelhas são locais para que diferentes espécies nativas solitárias construam seus ninhos. Esta iniciativa favorece a permanência e reprodução, além de auxiliar no processo de manutenção e preservação das espécies vegetais por meio da polinização.

Polinizadores em perigo

A diminuição da população de abelhas, responsáveis pela maior parte da polinização no planeta, incluindo centenas de árvores frutíferas e outras espécies vegetais que dependem exclusivamente desses insetos para sobreviver, tem sido um dos maiores problemas para a agricultura mundial. Com a redução da quantidade destes insetos, o meio ambiente sofre um impacto extremamente negativo e, inclusive, com extinção em massa de várias espécies animais que se alimentam das plantas polinizadas por eles.

Por esses motivos, as abelhas viraram, nos últimos anos, tema de reportagens na imprensa, debate nas redes sociais e, como era de se esperar, também nas lavouras. Essa discussão tem levado pesquisadores e especialistas a organizarem dezenas de simpósios, congressos e outros eventos para atrair a atenção da população e encontrar saídas para minimizar o problema.

A boa notícia é que, com toda essa exposição, a população está se conscientizando de que é preciso cuidar dos polinizadores. Afinal, segundo dados do Ministério do Meio Ambiente, cada abelha visita cerca de seis mil flores por dia e, ao mesmo tempo, desempenha o seu papel de polinização. Por essa razão, as abelhas são essenciais para a agricultura, que, em grande escala, é um dos fatores responsáveis pela queda no número de colônias,  causadas pelas queimadas, pelo desmatamento, pelo clima, com maiores períodos de seca, e, principalmente, pelo uso indiscriminado de defensivos agrícolas.

Agritechs em ação

Atentas a este cenário, agritechs, como a Perfect Flight, têm trabalhado no desenvolvimento de ferramentas tecnológicas que aprimoram os serviços no campo, mostrando aos produtores rurais que é possível desenvolver uma agricultura de larga escala, com o uso consciente de agroquímicos e preservação do meio ambiente, ao mesmo tempo em que se leva comida de qualidade para a mesa das pessoas.

“Nossa solução para o monitoramento aéreo de defensivos agrícolas partiu da percepção da falta de dados em relação à assertividade da aplicação, além, é claro, de mapas exatos para preservar o entorno”, explica Luvezutti. Por meio da ferramenta oferecida pela startup, foi possível chegar a uma assertividade de até 90% na aplicação de defensivos por via aérea, sem sobreposições e preservando áreas ambientais.

Para se ter uma ideia da importância de ações que preservem o meio ambiente, uma espécie nova de abelha foi descoberta recentemente no Brasil. Batizada de ceratina (ceratinula) fioreseana, ela foi identificada na fazenda Nossa Senhora Aparecida, a 150 km de Brasília, que participa de um programa de agricultura sustentável promovido pela Bayer — as primeiras aparições da abelha aconteceram em uma área de floresta recuperada. Classificada como solitária, pois não vive em colônias, a espécie é caracterizada por ser uma polinizadora importante em ecossistemas naturais.

16 mar 2021

O avião, o céu e eu – Entrevista com a piloto Juliana Torchetti

Piloto agrícola, mãe e youtuber, Juliana Torchetti se conectou com a área agrícola  

Decidida e dona de uma personalidade marcante, Juliana Aparecida Torchetti Coppick, piloto comercial com habilitação para multimotores, voo por instrumentos, instrutora de voo e piloto agrícola, conta como concilia a carreira com a vida de casada e a maternidade. Como se não bastasse a rotina dinâmica e bastante atarefada, ela ainda encontra tempo para atuar como design de interiores e ser apresentadora, produtora e diretora do canal no YouTube chamado “Volo por Veritas”, por meio do qual divide suas experiências e dá conselhos sobre a profissão. Para quem deseja atuar na área ou mesmo para quem não se imagina tirando os pés do chão, vale muito a pena assistir.

Desde quando você atua como piloto agrícola e por que optou por ingressar nessa área?

Esse desejo surgiu em 2009, quando trabalhava como instrutora de voo no Aeroclube Carlos Prates, em Belo Horizonte. Eu tive contato com os aviões de combate a incêndios, os mesmos que fazem operações agrícolas, e aprendi muito sobre a atividade.  Só que, nesta época, tive a oportunidade de trabalhar como copiloto de Boeing 737, 700 e 800, na Gol Linhas Aéreas e, depois, fui voar com o Boeing 727.200 cargueiro, na Total Cargo. Então decidi deixar esse sonho guardadinho por um tempo. Mas quando a empresa entrou em dificuldades financeiras e fui demitida, junto com inúmeros profissionais, voltei minha atenção para a agricultura. Fiz o curso em Cachoeira do Sul (RS)e consegui meu primeiro emprego no mesmo ano. Estou gostando bastante porque o piloto agrícola é mais independente, tem autonomia para tomar decisões e é um voo solo: eu, o avião e o céu. Outra razão é estar no interior do país, onde o estilo de vida combina melhor com a minha personalidade e, por ser um emprego sazonal, tenho mais liberdade de estar com minha família, cuidar do jardim e da minha horta. Eu gosto desse equilíbrio na minha vida.

É um sonho de criança ou não?

Sim. Desde que eu tinha uns 10 anos, a aviação falou alto em mim. Curiosamente, voei pela primeira vez somente aos 20 anos, quando já atuava como comissária de bordo. Até então, o mais alto que eu tinha chegado era em cima da goiabeira no quintal de casa e ficar lá em cima imaginando como era voar. Tirar um brevê é caro e, quando vi que não teria condições de pagar pelas horas de voo, virei comissária de bordo. Cheguei a tentar a aviação militar, mas, na época, mulher não podia ser piloto. É quase que irônico pensar que uma comissária não tinha experiência nenhuma de voo. No entanto, em minha primeira decolagem, tive a certeza de que era o que eu queria para a minha vida. Trabalhei na Gol de 2001 a 2007 como comissária e, em 2009, voltei para a companhia como piloto.  

Como as pessoas encaram sua opção profissional?

Normalmente, acham que é algo glamoroso. Outros acreditam que é uma profissão perigosa, mas sempre com aquele estigma de “nossa, ela é piloto”. Mas a maioria enxerga como empolgante. A aviação é uma carreira que ainda desperta curiosidade e mexe com o imaginário das pessoas, às vezes até de uma forma exagerada: pensam que todo piloto é rico, fica em hotéis caros e não é assim. Vamos para lugares incríveis, mas também vamos para outros bem precários.

Foi difícil quebrar barreiras por ser um universo predominantemente masculino?

Sinceramente, não. Sou uma pessoa que não levanta nenhuma bandeira feminista mesmo porque acho que o movimento já aconteceu há muito tempo. Ele nos trouxe inúmeros benefícios e estou falando sob a perspectiva da aviação. Tivemos aviadoras pioneiras, que abriram caminhos, como Anésia Pinheiro Machado, Teresa Di Marzo, Amélia Earhart e Bessie Coleman, que teve grande projeção nos EUA por ser a primeira afrodescendente. As mulheres sempre estiveram na aviação, desde a época dos balões dirigíveis.  Eu não sofri nenhuma barreira, terminava um curso e já começava um emprego e conheço homens que não tiveram oportunidade na área. Nunca tive um empregador que deixou de me contratar porque sou mulher. Penso que, se um dia acontecer algo assim na minha vida, eu é que não vou querer trabalhar lá. A nossa competência fala mais alto que qualquer preconceito.

Como é a sua rotina de trabalho?

Um dia nunca é igual ao outro. Não temos um horário definido, porque dependemos do clima. Por exemplo, aqui nos EUA, onde eu estou, o meu trabalho normalmente vai de junho até setembro. Chegamos na pista antes do nascer do sol, prontos para decolar. O tempo de voo varia bastante, algumas vezes, o dia inteiro, mas tudo pode ser interrompido de repente por causa de um vento forte, umidade baixa ou temperatura alta. Em geral, são 6 meses de trabalho e 6 meses de férias, entre aspas, porque nesse período geralmente eu desenvolvo outros trabalhos, como voo de traslados ou atuo como designer de interiores. Então funciona mais ou menos assim, se fizer uma safra boa, posso me dar ao luxo de ficar parada, mas, se não for o suficiente para pagar as contas, tenho que ter outro trabalho.

É difícil conciliar sua profissão com a vida em casa, marido e filho?

É um desafio porque exige planejamento, compreensão por parte do meu marido e filho e até mesmo da família ao redor. Esse é mais um dos motivos pelos quais eu optei pela aviação agrícola, porque eu trabalho intensamente ali naqueles 6 meses, mas depois eu tenho outros 6 mais tranquila. Então eu posso ficar 4/5 meses sem ver meu filho, mas, quando o vejo, é intenso.  Meu marido também é piloto agrícola e de combate a incêndio, e temos esse entendimento mútuo da rotina. O equilíbrio nem sempre é 50/50, mas, se consegue te trazer satisfação, é sinal de que você está fazendo a opção certa.

Que culturas você já sobrevoou e em quais regiões do país?

No Brasil, eu sobrevoei cana-de-açúcar, um pouco de soja e milho. Tudo isso no Triângulo Mineiro e na região central de Goiás. Também voei um pouquinho no Nordeste, em Alagoas. Já nos EUA, eu voei muito na parte oeste e sudoeste do país. Hoje estou atuando em Illinois, Texas, Califórnia, Minnesota e Oklahoma, nas culturas de milho, soja, arroz irrigado e um pouco nas hortaliças, que é algo que eu não vejo no Brasil. 

Já passou por situações inusitadas durante o voo?

Teve uma vez, quando voava o Boeing 727em direção a Brasília, eu, como copiloto, o comandante e o engenheiro de voo vimos uma luz no céu que se aproximava da gente. Imediatamente chamei o controle, perguntei se havia algum tráfego e disseram que não. Então, a luz fez uma curva de 90 graus e sumiu. Como estávamos bem alto, não poderia ser um drone ou um brinquedo. Até hoje não sabemos o que aconteceu.

Uma outra vez, já na aviação agrícola, peguei um pássaro enorme na decolagem. Ele ficou pendurado no trem de pouso. Fiz o voo inteiro e o bicho não caiu. Quando pousei, meu ajudante explicou que era um carcará, mas ele morreu na colisão.   

Já teve uma situação também de quando eu era instrutora de voo na escola Carlos Prates e o aluno cortou o combustível por acidente. Ele fechou o registro de combustível em voo e o motor parou. Felizmente estávamos perto da pista e consegui pousar o avião com a hélice parada. Todas essas experiências me fizeram crescer como piloto e profissional.

Qual o momento mais marcante vivido por você como piloto?

Já tive alguns momentos, por exemplo, a primeira vez que levei meu filho para voar e o dia em que estava fazendo um traslado de um avião agrícola de Alagoas para Minas Gerais e, ao passar no estado da Bahia, o tempo fechou. Resultado? Precisei pousar em um aeroporto em Cipó, uma cidade pequenininha, que tinha uma pista razoavelmente boa, mas sem ninguém no aeroporto. Eu precisava sair dali e aí começou a chover e apareceu um garoto com seus 15 anos que me ajudou. Foi uma aventura e tanto, porque precisei pular um alambrado, atravessar um pasto, que tinha umas vacas meio bravas. Então, o garoto chamou o pai dele na roça, me deixaram usar o telefone e chamei um táxi. O mais interessante é que, antes de sair para esse voo, decidi colocar na minha mochila uma miniatura de avião de ferro e pensei em de repente dar de presente para alguém que encontrasse no caminho. Acabei dando para o garoto. A simplicidade daquele menino e a boa vontade dele em me ajudar foi sem dúvida um momento muito especial.  

O que uma pessoa precisa fazer para se tornar um piloto agrícola?

Bom, se a pessoa quiser trabalhar de forma remunerada, precisa fazer o curso de piloto privado e, depois, tirar a carteira de piloto comercial, que envolve parte teórica e prática, acumular pelo menos 370 horas de voo e aí, sim, ingressar numa escola de aviação agrícola. Além disso, é preciso fazer exames médicos.

Que conselho você daria para quem deseja seguir a profissão?

A aviação é uma atividade que nos testa desde o início, tanto nossa persistência, quanto a vontade de seguir. Eu não estou falando só dos testes práticos e teóricos, mas os da vida.  Não é uma profissão fácil, e as coisas não acontecem da noite pro dia. É preciso ter em mente que a gente é que decide se todas as fases necessárias para entrar nessa carreira serão vistas como dificuldade ou desafio. Então, meu primeiro conselho é: persista. O segundo conselho é: aprenda com o erro dos outros, não queira ser o super-herói. A gente não precisa provar nada pra ninguém e nem competir com coisas que às vezes vão nos levar a um acidente, a uma situação desnecessária. É preciso ter juízo. E a terceira coisa é entender qual o lugar da aviação na sua vida.

Quando você criou o canal Volo per Veritas no YouTube e por quê?

Eu criei o canal em 2019 para tirar dúvidas das pessoas em relação à aviação, principalmente a agrícola. O público quer saber sobre o combustível utilizado, quanto que pode levar de carga, formação de um piloto, se a gente se aposenta mais cedo, qual avião é melhor, qual eu gosto, entre outros assuntos. E tudo isso é passado de uma forma muito natural para aproximar o público desse universo e dar a ele a oportunidade de conversar com um piloto, com alguém que é da área. O nome Volo per Veritas significa voar com verdade, pois acredito que é preciso voar por amor, não por status, dinheiro.

09 fev 2021

Como a pulverização aérea mudou a cultura de cana-de-açúcar

A pulverização aérea se tornou indispensável para garantir bons resultados na cultura da cana-de-açúcar.

O expressivo crescimento da produção canavieira no Brasil tem determinado importantes mudanças no que se refere ao aspecto agroambiental. É o caso da proibição das queimadas, que mostra a preocupação dos órgãos ambientais com a preservação do meio ambiente.

No entanto, sem a queima do canavial, cresceu o número de pragas e ervas daninhas nas lavouras, segundo o engenheiro agrônomo José Benedito Donizete dos Santos, que atua na Associação dos Fornecedores de Cana de Catanduva (SP).

Algumas pragas, que estão em busca de luminosidade, conseguem sobressair o talhão, ficando na ponta da planta. Como neste período a cana está alta, com aproximadamente 1,70m de altura, fica impossível fazer a aplicação de inseticidas. “Por isso, a pulverização aérea tornou-se indispensável para o manejo e a manutenção da lavoura”, afirma o engenheiro.

Muito além do controle de pragas

O cultivo da cana-de-açúcar é bastante complexo, podendo ser obtidas, de um único plantio, 5 a 7 colheitas. Portanto, a cultura exige altos investimentos para que cada ciclo obtenha boa produtividade.

A pulverização aérea vem sendo utilizada pelas usinas sucroalcooleiras em várias etapas do plantio:

  • Na época de maturação, quando recebe o hormônio que auxilia a planta a completar seu ciclo e antecipar a colheita;
  • Na adubação foliar e na aplicação de inseticidas, para controle de cigarrinhas e broca de cana-de-açúcar;
  • Na aplicação de herbicidas, para eliminação do mato e ervas daninhas.

“A escolha pela pulverização aérea, quando feita de forma correta, permite uma melhor distribuição dos compostos. É possível aplicar somente a quantidade necessária do produto, da forma mais econômica, eficiente, uniforme e segura possível. O ideal agora é que ela tenha um preço mais atrativo para que os produtores individuais também possam adotá-la”, diz o especialista.

Neste aspecto, a agricultura de precisão (AP) vem representando um grupo de tecnologias capazes de contribuir com produtores do setor sucroalcooleiro.

O uso de softwares como o da Perfect Flight permite um melhor gerenciamento da aplicação, pois mostra se o defensivo agrícola foi aplicado corretamente. É necessário avaliar o momento da aplicação, a dose exata, o local e evitar a contaminação ambiental. Assim, garante-se economia de produto, mão de obra e combustível, tornando a pulverização mais barata a médio e longo prazo.

“A tecnologia permite o envio de alertas, em tempo real, das condições de aplicação, além de registrar todas as ações. Com estes dados, o produtor pode melhorar seu processo e tomada de decisão”, afirma Leonardo Luvezutti, gestor de operações da Perfect Flight.

04 jan 2021

Tecnologia no campo: conheça os benefícios da pulverização aérea controlada

Nos últimos anos, o trabalho no campo evoluiu devido às novas tecnologias que vêm sendo empregadas, gerando mais economia e eficiência às atividades produtivas. Por causa desse avanço, nos dias de hoje, fazendas inteiras podem ser monitoradas por aplicativos ou softwares, inclusive, o manejo de defensivos e fertilizantes. Muitas vezes vistos como vilões, esses produtos são essenciais para um cultivo em larga escala que atenda as demandas da população, desde que devidamente administrados e controlados.

E é dentro deste contexto moderno que a pulverização aérea vem ganhando cada vez mais espaço, já que a tecnologia auxilia os agricultores no monitoramento e assertividade das aplicações de defensivos. Com isso, a prática tem evoluído e está alcançando resultados importantes.

No entanto, mesmo com as melhorias de manejo, diversos produtores têm resistência à pulverização aérea, pois a consideram cara ou simplesmente desconhecem suas vantagens. Além disso, alguns municipios restringem a prática. Para mudar esse cenário, a Perfect Flight mostra os benefícios do método e ajuda a desmistificar de uma vez por todas as percepções equivocadas sobre o tema. Confira!

  • Com a pulverização aérea, a distribuição do defensivo é muito mais veloz: de cinco a seis vezes mais que a do pulverizador terrestre. O resultado é economia de tempo e, consequentemente, de dinheiro;
  • Diferentemente da terrestre, que é feita de forma tratorizada ou com veículos de arrasto, o avião agrícola não toca nas plantas, evitando o amassamento e a queda de folhagem;
  • Como o avião não tem contato com as plantas, ele não leva bactérias para outras mudas ou espécies, o que poderia comprometer a safra;
  • A prática é extremamente segura, pois é realizada por profissionais altamente capacitados e que trabalham dentro das condições técnicas que a legislação indica;

Além de todas essas vantagens, com o uso de aplicativos, como o da Perfect Flight, o agricultor consegue tornar a pulverização mais bem-sucedida e aplicar os insumos de maneira controlada, com baixo risco à natureza

Desta maneira, as novas tecnologias definem não só os locais específicos onde devem ser aplicados os defensivos, como também a quantidade adequada e produto para cada cultura e propriedade. Tudo isso com a máxima precisão, permitindo que o produtor tenha acesso a informações que o ajudam no planejamento e na mensuração de resultados, gerando valor à produção por meio de uma certificação de qualidade.

10 dez 2020

Perfect Flight prepara internacionalização com Rodrigo Iafelice dos Santos como conselheiro

Com cinco anos de atividades, a Perfect Flight já se consolidou como uma das principais agtechs para monitoramento em tempo real da aplicação aérea de insumos. Foi selecionada para programas de aceleração dos hubs Pulse e AgTech Garage, ambos em Piracicaba, e monitorou 8,5 milhões de hectares. Agora, se prepara para acelerar sua internacionalização. E terá a ajuda de Rodrigo Iafelice dos Santos, ex-CEO da Solinftec, que agora passa a atuar como conselheiro da empresa.

“A experiência e excepcionais resultados alcançados pelo Rodrigo nos mercados agro e agtech são credenciais que irão agregar muito ao nosso propósito de ajudar os produtores rurais em todo o mundo a serem mais eficientes, competitivos e sustentáveis. Com sua chegada na Perfect Flight, vamos agora expandir nossa atuação para o mercado mundial”, diz Kriss Corso, cofundador e CEO da startup, em material divulgado à imprensa. “As soluções oferecidas pela Perfect Flight estão absolutamente alinhadas com meu propósito de vida e minha visão para a tecnologia no agronegócio global: reduzem custos para o produtor rural, aumentam a eficiência operacional e a produtividade, tornando a produção agrícola e de alimentos mais sustentáveis”, completa Rodrigo.

O banco de dados da Perfect Flight é o maior do mundo em pulverização, e a agtech conta com clientes como Raízen, Amaggi e SLC, entre outros. A plataforma recebe novas funcionalidades constantemente com o objetivo de aumentar a produtividade e reduzir o desperdício de insumos. “Nossas soluções e relatórios de performance, sustentabilidade e aumento de eficiência geram um valor imenso para agricultura mundial. Vejo um potencial excepcional para a Perfect Flight em todo o mundo”, diz Rodrigo. O objetivo é que essas soluções já estejam disponíveis para clientes nos Estados Unidos, Europa e outros países da América Latina ainda em 2021. Sob o comando de Rodrigo Iafelice dos Santos, a empresa de agricultura digital Solinftec mudou o comando para os Estados Unidos justamente com o objetivo de internacionalizar suas soluções. Ele também esteve à frente da captação de recursos, incluindo um aporte de US$ 40 milhões liderado pela família Trajano, responsáveis pela rede de lojas Magazine Luiza.

27 nov 2020

Se o agronegócio dobrar de tamanho, o PIB poderá ser de US$ 4 trilhões em 2026

Eu tive um sonho lendo o editorial do jornal O Estado de S. Paulo deste último domingo. Traz na manchete: “criar trabalho, melhor agenda”. E revela no seu conteúdo que vivemos 7 anos de crise, desde 2014. Existe insegurança alimentar em cerca de 36,7% dos domicílios brasileiros conforme o IBGE explícita. Neste período entre 2014 e 2019, o produto interno bruto brasileiro empobreceu, teve aumento de desemprego e diminuição das oportunidades.

Mas o que cresceu nesse período? Exclusivamente o agronegócio. E atenção, atenção! Agronegócio não é somente a agropecuária. É um sistema que envolve a agroindústria, o comércio, os serviços financeiros, a logística, a ciência e a tecnologia e obviamente produtores rurais e consumidores finais. Esse sistema inteiro, graças a exportação e mercado interno mesmo represado, vale dentro dos cerca de US$ 2 trilhões do PIB brasileiro, dependendo da taxa do dólar. Aproximadamente 25% do PIB do país. Quer dizer, US$ 500 bilhões.

Então voltando ao meu sonho. O Brasil é como se fosse um grande silo com apenas 50% de sua capacidade com “grãos”. E todo mundo quer pegar os “grãos” que tem. Mas poucos estão vendo como colocar mais 50% de novos “grãos” nesse silo. E aí vem o sonho que se sonharmos juntos vira realidade.

Precisamos de uma meta de no mínimo US$ 4 trilhões para o PIB brasileiro em 7 anos. E para que isso seja real, precisamos e podemos dobrar o tamanho do agronegócio para US$ 1 trilhão. Se fizermos isso, o impacto indireto de dobrar o tamanho do agro representará poder objetivar multiplicar por dois o atual PIB nacional. E aí sim, empregos, empreendedorismo, cooperativismo e dignidade para todos.

E aí volta o meu sonho. Temos 50% do silo vazio, vamos colocar mais “grãos”, além de discutir o racionamento da ração. Temos imensas oportunidades em todas as cadeias produtivas, além de uma política agroindustrial, comercial e de serviços, com planejamento estratégico de vendas desde a tecnologia da Embrapa até o suco de jabuticaba e o valor quântico da bioeconomia dos biomas brasileiros, vivos e saudáveis.

Casa onde se negocia a miséria, todo mundo berra numa discussão histérica e etérea. Vamos crescer o Brasil, US4 trilhões em 2026. Para isso precisaremos e podemos, sim, dobrar o agro de tamanho. Foram 7 anos de crises, agora está na hora de 7 anos de progresso, só precisa de ordem.

O pessoal da coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura está no caminho certo. Pode incluir agroindústria, serviço e comércio na titulação. Vale como lembrança para não esquecer que agronegócio é um sistema que a todos pertence mas não é de ninguém. Por isso, hora de governança.

José Luiz Tejon para Jovem Pan.

22 out 2020

Pulverização agrícola aérea: uma alternativa sustentável

Quando realizada de forma correta, utilizando tecnologias como a da Perfect Flight, é possível preservar áreas vizinhas, pessoas e meio ambiente

O meio ambiente sofreu diversos impactos devido à aplicação incorreta de defensivos agrícolas, seja via terrestre ou aérea. O que define se uma aplicação será ou não sustentável é a forma como ela é realizada. “Para funcionar, o produtor precisa estar atento a todas as etapas do processo: possuir um bom pulverizador, adquirir o produto certo para a finalidade desejada, dar o devido treinamento aos operadores e pilotos, verificar desde a qualidade da água, o volume de calda, tamanho das gotas até os bicos de pulverização, além de usar as tecnologias adequadas para garantia de uma boa safra de forma sustentável”, afirma Leonardo Alves Luvezutti, Head of Business da Perfect Flight.

Com o uso de tecnologias como a da Perfect Flight, é possível aplicar defensivos agrícolas, via pulverização aérea, seguindo mapas georreferenciados das propriedades rurais. Esta aplicação também se baseia em dados climáticos, de infestação por pragas e doenças para definir o melhor momento para a pulverização. As condições ambientais devem ser favoráveis à deposição, distribuição, absorção e translocação dos produtos, pois fatores como temperatura, umidade relativa do ar, chuva, radiação solar, direção e velocidade dos ventos interferem na eficiência da aplicação de fungicidas, herbicidas e inseticidas.

O software Perfect Flight torna possível manter uma distância segura dos locais que devem ser preservados, evitando atingir lençóis freáticos e gerar uma série de problemas ambientais, como mortalidade da macrofauna e microfauna do solo, consequência da contaminação de rios e lagos. A ferramenta permite, inclusive, controlar o raio de aplicação e a dose recomendada para cada região, o que garante o cumprimento da legislação ambiental.

“Ao realizar uma aplicação aérea de defensivos em condições ambientais ideias, é possível não só aumentar a produtividade no campo como também economizar na quantidade de produtos aplicados, além de impedir, como efeito colateral, a contaminação de áreas vizinhas, pessoas e meio-ambiente. A tecnologia da Perfect Flight é uma solução completa, pois além de permitir a rastreabilidade da aplicação, oferece mais segurança, garantindo uma pulverização aérea sustentável”, explica.

Outra vantagem do app está relacionada à mitigação de riscos aos insetos polinizadores, principalmente as abelhas, já que garante margens de segurança para operação aero agrícola. “Respeitar as delimitações de segurança e aliar tecnologia à sustentabilidade faz parte do DNA da Perfect Flight, que nasceu com a responsabilidade de oferecer serviços pautados pela preservação do meio ambiente”, afirma Luvezutti.   

22 dez 2017

Perfect Flight foi destaque em dois canais de TV esta semana

A Perfect Flight foi destaque na TV esta semana em duas emissoras, a Rede Record e o Canal Terra Viva, da Band.
Na Record TV, no programa que vai ao ar no Sábado (23) o apresentador Rodrigo Ziviani conversou com o engenheiro agrônomo Fernando Rossetti sobre o monitoramento eletrônico das aeronaves agrícolas, que vai passar a ser obrigatório e vai ajudar muito na eficácia da aplicação de defensivos. O programa vai ao ar às 13h no Sábado, com reprise às 8h no domingo. Mais informações no site do programa: http://www.recordtvinteriorsp.com.br/portal/agrorecord/programa


No Canal Terra Viva, no quadro “Assunto de Primeira” que foi ao ar na quinta-feira (21), o apresentador Otávio Ceschi Júnior, recebeu no estúdio, o engenheiro agrônomo, Fernando Rosseti, que comentou sobre a importância do monitoramento agrícola aéreo. Também esteve presente o secretário da agricultura do estado de São Paulo, Arnaldo Jardim. Mais informações no site do canal: http://tvterraviva.band.uol.com.br/videos/ultimos-videos/16370195/assunto-de-primeira-monitoramento-agricola-aereo.html
Assista:
06 dez 2017

Perfect Flight recebe visita do Cônsul Geral da Austrália em seu escritório

A Perfect Flight teve a honra de receber em seu escritório principal, localizado em São João da Boa Vista – SP, no dia 6 de Dezembro a visita do Cônsul Geral da Austrália e Comissário Sênior da Comissão Australiana de Comércio e Investimento (Austrade), Sr. Greg Wallis, acompanhado do Gerente de Desenvolvimento de Negócios da Comissão de Comércio Australiana (Austrade), Sr. Fabio Nave.

Greg e Fabio quiseram conhecer de perto a estrutura do escritório e a solução inovadora que a Perfect Flight coloca à disposição dos brasileiros e ficaram surpresos com a qualidade do software desenvolvido e dos relatórios que são entregues ao produtor que faz uso da aplicação aérea de defensivos.

A visita confirma a necessidade mundial do acompanhamento das aplicações aéreas, pois só desta forma é possível garantir a preservação do meio ambiente, além de controlar o nível de eficiência das aplicações, tendo como resultado uma maior produtividade e com um custo menor.

Esta primeira reunião demonstra o interesse da Austrália em acompanhar de perto as novidades tecnológicas para o agronegócio que surgem no Brasil, um dos principais produtores agro do mundo.

A intensão é estreitar as conversas em 2018, no sentido de oferecer esta tecnologia em breve também no mercado australiano.









06 dez 2017

Perfect Flight participa de treinamento sobre User Experience (UX) no Pulse Hub de Inovação

A Perfect Flight participou na última sexta-feira, dia 1º de Dezembro, do treinamento sobre UX (User Experience) promovido pela Pulse Hub de Inovação. Tivemos um dia de excelente conteúdo e aprendizados com os profissionais Dario Gargaglione, da AP INTERACTIVE e Makson Serpa e Maurivan Luiz Padilha, da Pipefy, além de uma produtiva troca de ideias e experiências com outras startups aceleradas pelo Pulse e também outros profissionais convidados.  
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